Inquieta ela se mexe, revira-se, pulsa e assim como um canibal, vai aos poucos se alimentando de suas irmãs que por algum motivo não tiveram forças para crescer.
Com o tempo ela muda de forma, ganha corpo, conteúdo e agora já segura de si recusa-se a permanecer confinada na clausura que é minha mente. A idéiazinha quer ganhar o mundo.
Rebelde como ela só, desce sem permissão pelos meus ombros, se arrasta pelos meus braços e desliza pela caneta até encontrar a folha de papel mais próxima.
Acho que é mais ou menos assim que nascem os conto
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